Mostrando postagens com marcador Metamorfose(ando). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Metamorfose(ando). Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

E 2014 surpreendendo...


É seu lunga... Faz tempo que estava para postar essa foto, e foi arrumando a bagunça dos arquivos aqui que pude ver como tanta coisa mudou, e o mais engraçado: como o sentimento só aumentou! Encontrar essa foto também me mostrou que o que processava dentro de mim estava na hora de sair um pouco...
Quando aquele tom de mudança me batia para 2014 eu não estava conseguindo entender o que me era pra ser dito, e nem tinha como imaginar que seria tanta; acontece que você tinha que rever muitas coisas, tantas daquelas que a gente já falava, só uma delas teve que ser de forma mais forte, mas tão forte que chegaria a abalar tantas outras. A gente aprende, e cresce, de alguma forma. A certeza é que, como sempre, estaremos juntos.
Hoje algumas coisas que pensei pra esses dias de novo ano foram adiadas, outros rumos foram tomados, mas o que eu sinto é que meus caminhos também tinham outros rumos, e isso também fazia parte do meu caminhar. Eu agradeço sempre a Ele por me fazer sentir tanta fortaleza e esperança.
Sempre dizíamos que nós educávamos os nossos pais, só que agora isso acontece de forma mais literal: hoje precisamos te re.ensinar a falar, apoiar para andar, levar ao banheiro, dar banho, ensinar a ler, ajudar a escrever; dessas tantas coisas que já fizeste conosco, e olhe isso só reafirma que o amor que compartilhamos é um tanto forte.
Agora somos nós que falamos como Chico Buarque:
“Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o bê-a-bá
(...)
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer?”
A rotina mudou um bocado, minha felicidade é imensa só de conseguir ver um sorriso teu de lado, minha admiração só aumenta em ver que tu não desiste em nenhum minuto,  sinto a mesma risada ao perceber que aquelas horas que nós já sabíamos o que o outro queria dizer sem que nenhuma palavra saísse ainda existem (acho até que nós estávamos nos treinando haha), meu coração vibra todas as vezes que ao escutar um “não será possível” um progresso se apresenta; e tantos detalhes que a gente tem a grandeza de compartilhar.
Quero também agradecer a Deus, por essa certeza de vitória, e de felicidade: sim, ela não saiu daqui! Porque Ele sempre mostra, mesmo quando a visão se turva, que a gente pode, tudo pode (já traria Celina Borges).
Óh e se prepare, sei que você não curte muito, mas você ainda tem uma valsa pra dançar comigo, ta certo que ela tende a demorar (os fortes entenderão kkk), mas você ainda vai ter que aguentar um terno de gravatinha e tudo:  então trate de ficar bom logo!
“Deixa eu ver a mão machucada
Te levanta, deixa essa cama
Estou tão triste, quero falar-te
Fica calmo filho, não chora!

E não sabem dar valor pra essas coisas...
Ter um lar é um tesouro!”
(http://letras.mus.br/pe-fabio-de-melo/1337201/)

LEGENDA DAS FOTOS: Valsa dos 15 anos e valsa da formatura :))


"Alegrai-vos na esperança,

sede pacientes na tribulação, perseverai na oração." 
(Romanos 12:12)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Férias...


Não essas não são daquelas redações que a professora pedia em cada começo de ano ;P
Pode acreditar essa foi a palavra mais pensada durante o fim de 2012, quem me conhece sabe o prazer que tenho com o movimento do meu dia a dia, com as coisas que me movem e me fazem querer se doar, investir, aprofundar... mas poucos conhecem minha paz de recolhimento, de calmaria. É, elas estão acabando (a vontade de voltar a querida rotina já é enorme, eu confesso) e como foram importantes!
Aproveito esse momento para pedir desculpas aos que não dei atenção esses dias, os que eu sei que precisavam um pouquinho de mim, mas eu realmente me devia esse retiro; não por um cansaço extremo, por acumulo infinito de coisas pesadas, mas sim porque 2012 me fez crescer um bocado e cada crescimento exige um monte de passos; eu precisava pensar sobre tudo, aquietar, organizar.
E agora, vem carnaval (aproveitar mais um pouco de my family), nunca foi de folia toda pra mim, mas sim de pausa, é com ele que eu vou brindar o retorno e dizer xau para as ultimas férias como graduanda (Ui!); que venham as etapas, decisões e o que vier. E agora, mais do que nunca, um 2013 de possibilidades e sentimento bom ‘pra gente tudo’! Que Deus, em seus dons, estejam comigo pra cada dia, e para não esquecer da grandeza do que é viver.
Em resumo, até já a todos e aos que me fiz ausente: estou bem, viva, só estive comigo esse tempo todo; obrigada por deixar cada dia meu mais bonito ;]
Responsabilize-se um pouco pelo que promove no coração dos outros ;)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Quem sou eu?

Ontem eu estava na aula "Dinâmica das relações grupais" e o professor fez a seguinte pergunta para início da dinâmica: Descreva quem é você; do nada eu escrevi esse texto no que era para ser apenas uma sequencia de caractrerísticas...
Não é um dos meus melhores, nem é uma verdadeira descrição de mim, apenas foi importante o momento...
Meio complicado, mas enfim...
Terminou nisso...

--x--


Sou a alegria, sou a tristeza, sou a inconstância! Hoje gosto de preto, amanhã de rosa, hoje tive vontade de MPB, ontem de forró... O poço de indecisão e a praticidade das coisas...
Aquela que demora transformar o colega no amigo, mas quando o faz o torna um irmão; aquela que não sabe estar só, mas tem bons momentos de reflexão no silêncio.
Sensível, mas que luta por seus ideais. Sempre procura ver as coisas de outro ângulo, e às vezes até erra por ver mais a posição o outro que a sua própria.
Que não reclama da vida, nem dos seus problemas, afinal, por que seria tão difícil enxergar a beleza?
Aquela que tem uma autocrítica e um superego fortíssimo, que às vezes até atrapalha, mas que ainda não conseguiu se ver de outro modo e nem se incomoda com isso.
Aquela que apenas vive e é feliz assim... Aquela que nunca vai conseguir se definir, afinal, amanhã esse texto vai ser o mesmo?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

E agora... 2010 :)

Já dizia Machado de Assis em Memórias Póstumas de Brás Cubas num momento de delírio “Cada século trazia a sua porção de sombra e de luz, de apatia e de combate, de verdade e de erro e o seu cortejo de sistemas, de idéias novas, de novas ilusões; em cada um deles rebentavam as verduras de uma primavera e amareleciam depois, para remoçar mais tarde”.

Há dias tenho pensado no tempo que me parecia ocasionar a falta de insights por aqui que me fazem tão bem; percebi que às vezes até os tinha, mas não conseguia expressá-los, entretanto o desejo de brindar essa primeira virada de ano, deste cantinho que hoje reconheço como um baú de vivências se tornava cada vez mais forte.

Voltando ao foco da questão; ao retomar a leitura do livro citado acima (mais esclarecimentos no pós-escrito desta postagem), o desejo também já demonstrado anteriormente “ativou” algo que me fez estar aqui agora...

No momento que o li me veio a mente o momento retrospectiva 2009 que sempre faço mesmo sem perceber, este ano estava eu no sítio da família, aquele momento incomunicável, sem toque de celular, sem computador, parei para apreciar o ambiente que fez tanta parte da minha infância e no ano se passou foi tão pouco presente, comecei por ai... Logo depois me veio às tantas coisas novas e gratificantes que fiz, que às vezes eram até o motivo de não ter ido a tal lugar, mas que me foram gratificantes conquistas, e quando não eram conquistas tinham representado tanto para o “como estou agora”... Refleti também das pessoas que me acompanham e que fazem cada momento ser melhor, notando que o que importa não são os lugares, mas quem estão contigo nesses lugares.

Ponho o século aqui como ano que não trás o mar de rosas nem a coroa de espinhos; trás experiências, escolhas, erros e acertos, que nos fazem CRESCER nos amplos sentidos que a palavra pode representar.

Engraçado ver que os acontecimentos estão ali, a todo o momento, as oportunidades que vai agarrar, as que vai descartar, as que vai repensar; mas que não param, não param. Perceber que tantas vezes perco tempo me lamentando com tanta coisa a ser feita...

Tantas coisas passam pela minha cabeça ao tentar descrever esse momento agora, só tenho a dizer que tive porções de sombras e de luz, de erros e acertos, e estou feliz por ter sido assim, por ter tido o que refletir, por tudo que fiz o ano representar porque ele não ia representar por mim e a cada dia vejo mais sentido para essas palavras de Charles Chaplin: “A vida é muito curta para ser insignificante”.

E amigos, obrigada por fazer cada instante melhor; agradeço os comentários, as pessoas que aos poucos tenho a oportunidade de conhecer através de estilos e palavras; as que comigo convivem; que o novo ano seja de cores, de alegrias e de muita sabedoria para superar e entender os obstáculos!


PS: Quanto ao livro, havia abandonado, nem tanto pelo livro, mas por correria e depois outros interesses; há alguns dias recebi um convite e entrei para o Skoob ; espaço para compartilhar leituras (Recomendo) e de conhecer pessoas como qualquer outra rede de relacionamentos, tinha colocado lá tal livro como “abandonei” e recebi um comentário do Fabrício, não tinha muito contato, mas temos grandes amigos e lugares em comum, e se sentir motivada a procurá-lo outra vez, e Fabrício obrigada pela indicação! Como se vê o livro tem despertado algumas questões.


Mais um pouco de Chaplin: “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”

Feliz 2010 a todos!

Mesmo que um pouco de atraso, mas... Por que é preciso ter uma data para falar o que pensamos ou desejamos a alguma pessoa, coisa ou acontecimento? É um caso a se pensar...

OBS: A foto postada foi um dia após o meu aniversário depois da segunda das três festas surpresas que tive, acredite é verdade x) Dia muito especial, que pude ainda mais ter certeza das grandes pessoas que fazem ser o que eu sou! Estendo o obrigada a todos que fizeram parte de meu 2009 que espero contar em 2010 e dos que surgem a cada momento deixando um pouco de si comigo!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Inconstante


Eu sou sim um ser inconstante, não em todos os sentidos, mas em alguns, o que tem de mal nisso? Como diria a velha canção “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante”; o que acho certo hoje, pode ser a maior burrice amanhã, a grandiosidade disso é que eu cresci, evolui, aprendi!
Quando escrevo este não me refiro a um acontecimento especifico, mas estava escutando essa música e fiquei pensando em meus acontecimentos, minhas decisões, cheguei à conclusão que qualquer que seja o momento em que tive que escolher eu obtive um significado, um motivo, mesmo que errôneo; então talvez por isso não é interessante se arrepender e sim aprender.
Um de meus grandes defeitos é a indecisão, que leva a outro: pensar demais! Por que eu sou assim? Nem eu sei, apenas sou; prefiro então viver meu mundo aproveitando cada detalhe, cada momento. Os outros? Ah! Eles têm as razões deles e eu tenho a minha, para que me preocupar? Ah se fosse tão fácil...
Que eu tenha a capacidade de compreender, reconhecer, encontrar... Me transformar sempre que necessário for!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O sentido...

Escrever... Ah! Tantos motivos podem me conduzir a esta ação. Para anotar conhecimentos que às vezes nem uso; por uma inspiração que estimula a transformação de um papel em branco; para aliviar um cansaço, uma raiva; por vontade de expressar momentos alegres; por simples preenchimento de um momento sem sentido; e tantos e tantos outros.


Acredito que quando me encontro em um momento como este, onde apenas tenho o desejo de escrever, talvez sem base, sem finalidade; seja um dos poucos onde me encontro nas palavras...
Penso que se parasse para ler algum texto assim diria que a autora desta loucura estaria passando por um turbilhão de confusões; o pior é que não estou (risos), talvez eu estivesse antes desse em um emaranhado de idéias, mas agora não mentalizo nada... Apenas procuro concluir e compreender este.
Eu brinco as vezes que não consigo acompanhar meu raciocínio, é tanta informação, tanta cobrança, tantas vontades, tantas... Tantos... Enfim; nem sei por que escrevi isso, talvez para acalmar um pouco meus pensamentos e não pensar em nada e ao mesmo tempo em tudo. Espero que este momento devaneio tenha servido para alguma coisa; acredito que para você que lê não tenha algum... Talvez para mim também, eu ainda procuro o sentido...

sábado, 23 de maio de 2009

O projeto de uma autobiografia...

Minha autobiografia... Ta aí uma coisa que só eu posso fazer... Só eu sei meus sentimentos, medos, alegrias, inseguranças, conquistas, valores... O que me fez ser o que sou? O que faz ser o que sou? Ninguém além de mim Sabe os valores que atribui e experenciei a cada momento.
Dia 4 de outubro de 1990, confesso que procurei sim, mas não encontrei nada de extraordinário; talvez para um pequeno grupo, o acontecimento desta data tenha sido eu! Os nove meses de espera chegariam ao fim e mais um ser teria que entender este “mundo louco”. Grandes expectativas, curiosidades, desejos... Uma imensidão de fatores me aguardavam, um mundo se adaptaria a mim e eu me moldaria a um mundo.
A família que me recebia era uma das mais lindas; carinho, atenção, amor... De nada posso reclamar. Minha infância? Uma das melhores! Nasci na época em nós passávamos horas brincando na rua em segurança, onde a criatividade rolava solta, fazia de uma sacola uma farda, de um óculos uma professora, sem a tecnologia de hoje, mas digo que aproveitei cada momento.
Tive lindos ciclos de amizade, de colegas, de pessoas incríveis que passaram pela minha vida... Às vezes me pergunto: Cadê todo mundo? Mas tenho a felicidade de uma vez por outra conhecer um rostinho e re.lembrar cada momento mágico; e ate mesmo que os ver a lembrança em sempre presente e onde posso fazer uma interligação de fatos eles re.aparecem como se aquele tempo tenha sido ontem; fazendo assim com que eu dê a devida importância aos que hoje eu posso conviver.
Evolui, cresci, aprendi... Passei por grandes conquistas, aprendizados, “quedas”, inseguranças, alegrias, ultrapassei barreiras; sem reclamar o por que, mas tentando o entender. Difícil pensar nos momentos mais marcantes, pois cada segundo é dotado de grandes significados; passei por elogios e broncas; o vestibular e os anos de colégio por acidentes; pela crisma, inesquecível; erros que me levaram a acertos; difícil selecionar...
Hoje me orgulho do que sou, admiro que fui e prefiro não elaborar o que serei; tenho pequenos projetos, pequenas “visões de futuro”, quem não os tem? Mas prefiro viver um dia após o outro extraindo suas particularidades.
Esta seria minha autobiografia? Não, não é! Cada frase feita deste pode transformar-se em uma vastidão de fatos, detalhes... Digo então que este é apenas um momento de reflexão onde eu pude re.pensar o que sou, o que fui e o que serei.